Oláá a todos!
Está tudo bem por ai? Espero que sim. Eu tenho andado mais ou menos, mas hoje acordei cheia de energia.
Tenho algumas coisas para vos dizer/mostrar. Queria começar por pedir-vos que votassem no inquérito que tenho na barra lateral sobre as coisas que gostavam/gostam de ver aqui pelo blog. Eu decidi não acrescentar os posts pessoais, ou seja aqueles em que falo da minha vida, da escola e assim (esses não tenciono deixar de fazer, mesmo que não tivessem votos nenhuns xD) e os favoritos do mês, que, como não tenho a certeza de os poder fazer todos os meses decidi não colocar como hipótese. Espero que saibam o quanto o feed-back é importante para mim. ^^
Já meteram um gosto na página do blog?? Estão à espera de quê?
Para comemorar a Páscoa decidi fazer umas unhas, mais uma vez, inspiradas numas que vi no canal cutepolish.
E o resultado foi este:
Fiquei super chateada quando a top coat arrastou um bocado de verniz preto dos olhinhos do coelho.. Mas enfim :/ Espero que gostem! Eu, pelo menos adorei, o verde menta, cobriu-me a unha toda com apenas uma passagem :D
Já somos 145 ! Muito obrigadaaa!!!
quarta-feira, 4 de abril de 2012
segunda-feira, 2 de abril de 2012
Acabei: Onde está o branco em ti?
Olá a todos!
Hoje vou fazer um post que me foi muito pedido quando comprei o livro de que hoje vos vou falar. Eu aviso desde já: esta é a minha opinião, não tenho parcerias, comprei o livro como todos os comuns mortais. xD
Peço desde já desculpa pela demora neste post, mas a verdade é que eu tinha metido na cabeça que primeiro ia acabar Os Maias, antes de começar a ler outro livro qualquer. Foi uma tarefa difícil, ainda para mais porque Os Maias, como vocês devem saber têm umas partes meeeeeeeeeeeeeesssmoooo secantes.
Mas bem, o livro é este...
... que podem conhecer com estas duas capas.
Sobre o autor, ele chama-se Ricardo Antunes, nasceu em Sintra, em 1978 e é Licenciado em História Moderna e Comtemporânea. Começou a escrever o referido romance com 16 anos e acabou-o com 21, e, uma grande parte da sua vida foi passada a viajar à boleia pelo país e pela Europa.
E porque é que eu referi isto?
A vida do autor vai estar, de maneira indirecta, relacionada com o rumo da história. Por ter começado a escrever o livro aos 16, nota-se, em alguns pontos, uma certa imaturidade em relação às ideias e à forma como escreve, que estava um pouco contida, mas que, com o desenrolar do livro, se torna mais fluída.
Ora vejamos:
O livro começa com a morte de um dos amigos do grupo de Alexandre, que se suicidou e lhe deixou uma data de cartas enigmáticas. Numa delas acusava o mundo em que vivemos de o ter «preso», causando a sua morte. Alexandre e os seus amigos decidem então que querem mudar o mundo e fazer ver às pessoas que a vida é mais que a viagem casa- trabalho- trabalho- casa. Uma realidade utópica e um desejo marcadamente adolescente (que todos nós, nalgum ponto da nossa vida o desejámos também).
Alexandre decide então deixar a escola e «viver a vida ao máximo». Eu não vou entrar em pormenores, mas ele passa uma data de fases que vão ser decisivas para o culminar da história... Viaja pelo Litoral Vicentino, muitas vezes a pé, e muitas vezes à boleia e pode-se dizer que a história de uma maneira geral se passa entre Lisboa e Sagres.
Não vou adiantar mais nada porque odeio quando as pessoas me contam o final dos livros, logo, não vou fazê-lo.
Eu acho que é um livro excelente para se meditar e pensar na vida que levamos, para percebemos que temos que acalmar e pensar bem naquilo que fazemos e onde queremos chegar. E também serve para fazer ver que tudo aquilo que passamos na vida tem um propósito, mais não seja, o de nos fazer mais fortes.
Não é um livro particularmente bem escrito (quando o li ainda estava embalada pela escrita do Eça, que por alguma razão, temos de estudar na escola) mas tem uma escrita simples, directa, fácil de compreender, com uns laivos de inspiração no meio das narrativas muito saborosos.
Editora : Quinta Essência
Nº de páginas: 171
Capa mole
Preço: 12,60€
Hoje vou fazer um post que me foi muito pedido quando comprei o livro de que hoje vos vou falar. Eu aviso desde já: esta é a minha opinião, não tenho parcerias, comprei o livro como todos os comuns mortais. xD
Peço desde já desculpa pela demora neste post, mas a verdade é que eu tinha metido na cabeça que primeiro ia acabar Os Maias, antes de começar a ler outro livro qualquer. Foi uma tarefa difícil, ainda para mais porque Os Maias, como vocês devem saber têm umas partes meeeeeeeeeeeeeesssmoooo secantes.
Mas bem, o livro é este...
... que podem conhecer com estas duas capas.
Sobre o autor, ele chama-se Ricardo Antunes, nasceu em Sintra, em 1978 e é Licenciado em História Moderna e Comtemporânea. Começou a escrever o referido romance com 16 anos e acabou-o com 21, e, uma grande parte da sua vida foi passada a viajar à boleia pelo país e pela Europa.
E porque é que eu referi isto?
A vida do autor vai estar, de maneira indirecta, relacionada com o rumo da história. Por ter começado a escrever o livro aos 16, nota-se, em alguns pontos, uma certa imaturidade em relação às ideias e à forma como escreve, que estava um pouco contida, mas que, com o desenrolar do livro, se torna mais fluída.
Ora vejamos:
O livro começa com a morte de um dos amigos do grupo de Alexandre, que se suicidou e lhe deixou uma data de cartas enigmáticas. Numa delas acusava o mundo em que vivemos de o ter «preso», causando a sua morte. Alexandre e os seus amigos decidem então que querem mudar o mundo e fazer ver às pessoas que a vida é mais que a viagem casa- trabalho- trabalho- casa. Uma realidade utópica e um desejo marcadamente adolescente (que todos nós, nalgum ponto da nossa vida o desejámos também).
Alexandre decide então deixar a escola e «viver a vida ao máximo». Eu não vou entrar em pormenores, mas ele passa uma data de fases que vão ser decisivas para o culminar da história... Viaja pelo Litoral Vicentino, muitas vezes a pé, e muitas vezes à boleia e pode-se dizer que a história de uma maneira geral se passa entre Lisboa e Sagres.
Não vou adiantar mais nada porque odeio quando as pessoas me contam o final dos livros, logo, não vou fazê-lo.
Eu acho que é um livro excelente para se meditar e pensar na vida que levamos, para percebemos que temos que acalmar e pensar bem naquilo que fazemos e onde queremos chegar. E também serve para fazer ver que tudo aquilo que passamos na vida tem um propósito, mais não seja, o de nos fazer mais fortes.
Não é um livro particularmente bem escrito (quando o li ainda estava embalada pela escrita do Eça, que por alguma razão, temos de estudar na escola) mas tem uma escrita simples, directa, fácil de compreender, com uns laivos de inspiração no meio das narrativas muito saborosos.
Editora : Quinta Essência
Nº de páginas: 171
Capa mole
Preço: 12,60€
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